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Na Indonésia, a Playboy virou caso de polícia. A Procuradoria pediu a prisão do ex-editor da edição local da revista por publicar fotos de mulheres "com pouca roupa", informa a imprensa local.
Erwin Arnada está sendo procurado para cumprir a sentença de dois anos de detenção. "Estamos buscando-o sob ordem de prisão oficial", confirmou o chefe do escritório do promotor de Jacarta, Yousef - que como muitos indonésios usa apenas um nome.
Os advogados de Arnada garantem não conhecer o paradeiro de seu cliente, que concedeu entrevista a uma rádio local à qual negou estar foragido. "Não sou um fugitivo. Eu me entregarei pessoalmente", declarou, em gravação transmitida nesta sexta-feira, mas cuja data exata não foi revelada.
Em 26 de agosto, a Corte Suprema da Indonésia decretou a sentença de dois anos de reclusão contra o ex-editor da Playboy. O caso foi reaberto depois que grupos radicais islâmicos recorreram de uma decisão da Justiça, que em 2007 não havia considerado pornográficas as imagens da revista - nas quais ninguém aparece sem roupa. Após a publicação da primeira edição, em abril de 2006, vários ativistas da Frente de Defensores do Islã (FDI) apedrejaram os escritórios da revista, que deixou de ser publicada no país pouco tempo depois.
Fonte. Veja
Ex-editor da 'Playboy' na Indónesia deve ser preso por publicar fotos de mulheres 'com pouca roupa' na revista
Na Indonésia, a Playboy virou caso de polícia. A Procuradoria pediu a prisão do ex-editor da edição local da revista por publicar fotos de mulheres "com pouca roupa", informa a imprensa local.
Erwin Arnada está sendo procurado para cumprir a sentença de dois anos de detenção. "Estamos buscando-o sob ordem de prisão oficial", confirmou o chefe do escritório do promotor de Jacarta, Yousef - que como muitos indonésios usa apenas um nome.
Os advogados de Arnada garantem não conhecer o paradeiro de seu cliente, que concedeu entrevista a uma rádio local à qual negou estar foragido. "Não sou um fugitivo. Eu me entregarei pessoalmente", declarou, em gravação transmitida nesta sexta-feira, mas cuja data exata não foi revelada.
Em 26 de agosto, a Corte Suprema da Indonésia decretou a sentença de dois anos de reclusão contra o ex-editor da Playboy. O caso foi reaberto depois que grupos radicais islâmicos recorreram de uma decisão da Justiça, que em 2007 não havia considerado pornográficas as imagens da revista - nas quais ninguém aparece sem roupa. Após a publicação da primeira edição, em abril de 2006, vários ativistas da Frente de Defensores do Islã (FDI) apedrejaram os escritórios da revista, que deixou de ser publicada no país pouco tempo depois.
Fonte. Veja
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Postado por
Cris R.
8 de outubro de 2010
às
sexta-feira, outubro 08, 2010




































